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26 de dez. de 2023

Monumento à Diáspora Africana no Maranhão

Promoção: Ministério da Cultura/MINC, Prefeitura de São Luís do Maranhão e Instituto Cultural Vale.

Concepção: Fundação Municipal de Patrimônio Histórico - FUMPH.

Local: Praça das Mercês. Avenida Vitorino Freire, Centro Histórico.

Tássila Custodes. Baobá: origens diaspóricas
Marcos Ferreira. Territorialidade: pertencimento ao lugar.
Gê Viana. Tecnologias Africanas, base para a construção do Maranhão.
Jesus Santos. Matrizes Africanas: religiosidades.
Telma Lopes. Intelectualidades Negras.
INKE. Arte e Cultura: expressões, memórias e heranças.
Dinho Araújo. Culinária: afeto e empoderamento.
Origes. (Re)Existências: Negro Cosme, historicidade e militância.
Curadoria: Dinho Araújo e Luiz Prado.

Fotos: Renato Pereira.
 

14 de jul. de 2022

O Olhar Multifocal de Gê Viana

Gê Viana. Sobreposição da história, 2019/2020. Fotomontagem.

Maranhense de Santa Luzia, fotógrafa, artista visual, atriz, multiartista. Vive e trabalha em São Luís do Maranhão.

Gê Viana, produz fotografias, fotomontagens, fotoperformances e experimentos de intervenção urbana e rural a partir do uso da tecnologia, imagens de arquivo da representação de povos indígenas antigos e negros escravizados, da oralidade e do seu olhar ao entorno do cotidiano em que vive.
Seu processo criativo de sobreposição de imagens de arquivo fotográfico e gráfico e as imagens que faz de indígenas e negros contemporâneos, da colagens de objetos sobre imagens, da intervenção digital sobre obras de artistas estrangeiros no Brasil do século XIX, a performatizacao de mitos indígenas e temas do cotidiano atual, a criação de objetos retirados do cotidiano do trabalho urbano e rural nós leva a perceber, olhar, identificar, empoderar sobre os segmentos sociais marginalizados e invisibilizados.
Sua obra marcada pela mãe natureza é visível ao marcar o ventre dos retratados (Paridade, 2017) com imagens de frutos tropicais protegidos e ofertados por mãos e braços. raízes, ervas, flores... Que gritam vida em "Atualizações traumáticas de Debret, 2019".
Gê Viana. Faca de cortar arroz -  memória de Seu João e Maria Viana. Escultura.

Caminhos de Muriá p/ Brocar a Terra, com curadoria de Dinho Araújo, em exibição no Museu Histórico e Artístico do Maranhão - MHAM, Galeria Floriano Teixeira, até quarta-feira (22.12.2021), é uma mini retrospectiva da instigante pesquisa criativa de Gê Viana sobre o homem brasileiro, colírio para os olhos, açúcar para manter o corpo, Muriá para navegar, baladeira para quebrar estigmas...

Gê Viana. Retiro de Caça, 2019. Dimensões variáveis.

Gê Viana é a artista visual maranhense da sua geração com maior projeção no mercado de arte brasileira atual.

Deguste-a de hoje a quarta-feira, das 14H às 17H.  

Gê Viana. Atualizações traumáticas de Debret, 2019. Fotomontagem. Dimensões variáveis.

A exposição Caminhos de Muriá p/ Brocar a Terra, foi exibida no ano de 2021  no Museu Histórico e Artístico do Maranhão - MHAM, Galeria Floriano Teixeira. São Luís, Maranhão, Brasil.


Gê Viana. Hora Grande, 2020 (detalhe). Instalação. Colagens analógicas, a partir do acervo fotográfico Julio Abe.



Texto originalmente publicado no período da exposição em @averequete.
Fotos: Renato Pereira.

 

15 de jul. de 2019

Gê Viana na segunda fase de votação do Prêmio Pipa

Gê Viana. Lambe na Rua da Palma.

Continua a votação, até o dia 21.07.19, na plataforma online premiopipa.com a votação dos artistas indicados ao Prêmio Pipa 2019.

A maranhense Gê Viana está na terceira colocação. Vamos Votar!


Foto: Renato Pereira.

13 de jul. de 2019

Pipa Online Recomeça neste Domingo

Gê Viana. Lambe. Rua da Palma.


PIPA ONLINE RECOMEÇA NO DOMINGO: CONHEÇA OS ARTISTAS QUE ESTÃO CLASSIFICADOS PARA O SEGUNDO TURNO

Conheça os artistas que já estão classificados para o segundo turno do PIPA Online
Agrippina R. Manhattan é artista, pesquisadora e travesti. Nasceu e cresceu em São Gonçalo, hoje vive e corre atrás de trabalho no Rio de Janeiro. Seu trabalho é parte de uma profunda preocupação sobre tudo aquilo que restringe a liberdade. A palavra, a norma, a hierarquia, o pensamento. Diz que sente que não é obrigada a nada e isso a realiza. Escolheu seu nome e inventou a si mesma, como escolhe um título para um trabalho ou encontrando a tradução do que sente em poesia. Pensando escultura como poesia, poesia como escultura e tudo como um só e parte dela.
Bacharel em Artes Plásticas na Universidade de Brasília. Concentra os estudos em pintura, gravura, desenho e cinema; a colagem é o que guia o processo criativo, abordando temas como a violência, o conflito, o cotidiano, o amor, questionamentos sobre gênero e sexualidade e a força da família lgbtqi+. A música aparece nos trabalhos como trilha de imagens metafóricas da ficção, as séries de pintura  podem levar nomes de filme, album de música, blog, meme de reality show de drag queen do ceará, são pensados links entre o texto das composições e as imagens apropriadas do mundo pop.
Às vezes o desafio não é ocupar posições. Por exemplo, quando as que existem não servem, é necessário criar algo novo. Denilson Baniwa é um artista indígena; é indígena e é artista, e seu ser indígena lhe leva a inventar um outro jeito de fazer arte, onde processos de imaginar e fazer são por força intervenções em uma dinâmica histórica (a história da colonização dos territórios indígenas que hoje conhecemos como Brasil) e interpelações a aqueles que o encontram a abraçar suas responsabilidades.
Em sua prática de pintura e intervenções, Luiz d’Orey examina a circulação da informação e seus sistemas no contexto urbano e digital. Em 2016, d’Orey graduou-se bacharel em Belas Artes pela School of Visual Arts, onde recebeu os prêmios 727 Award (2016), Sillas H Rhodes Award (2016) e Gilbert Stone Scholarship (2015). D’Orey trabalhou como assistente dos artistas Carlos Vergara (Rio de Janeiro) e Raul Mourão (Nova York) durante os anos de 2013- 2017. Suas pinturas participaram de mostras coletivas nos EUA, Europa e Brasil. Dentre suas exposições individuais recentes destacam-se “Recent Ruins” na galeria Gitler & Gallery (Nova York, 2018), “Espaço Comum” na galeria Dotart (Belo Horizonte, 2018) e “Quase plano” na galeria Mercedes Viegas (Rio de Janeiro, 2017), pela qual o artista é representado. Em 2018, seu curta metragem ‘Tapume’, coproduzido por Hugo Faraco, foi nomeado para o festival DOC NYC. Seu trabalho é parte da coleção do Instituto PIPA, Brasil.
Originalmente pichadora do subúrbio do Rio, Panmela Castro interessou-se pelo diálogo que seu corpo feminino marginalizado estabelecia com a urbe, dedicando-se a construir performances a partir de experiências pessoais, em busca de uma afetividade recíproca com o outro de experiência similar. É Mestre em artes pela UERJ; realizou projetos em mais de 15 países; teve seu trabalho exposto em instituições como o Stedelijk Museum; e está em coleções como das Nações Unidas. Recebeu inúmeras nomeações por seu ativismo pelos direitos humanos.
Frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, RJ. Desde 2011, participa de exposições em instituições e galerias. Sua investigação se desenvolve a partir de algumas referências, sejam fotografias esquematizadas pelo artista, escritos e anotações acumulados, e a literatura, em especial, a fábula. Em seu trabalho, propõe articular essas referências dentro do campo da pintura. E, a partir disso, estabelecer um imaginário e um vocabulário próprios.
Criar um caminho na arte hoje parte da ideia de denúncia, lançando mão das categorias estéticas. Penso no legado deixado pelxs fotógrafxs que denunciaram em cliques o cotidiano das grandes metrópoles, guetos e povos tradicionais. O meu trabalho se desenvolve no ato de fotografar corpos que assume vários recortes com a fotomontagem, retornando um segundo corpo e gerando lambe-lambe em experimentos de intervenção urbana/rural. Venho na busca por uma expressão artística não-linear, lanço-me sobre a pesquisa do corpo performático e dos corpos abjetos pela cultura colonizadora hegemônica e seus sistemas de arte e comunicação , (corpos marginalizados e invisibilizados) A partir de um processo em Santos com Lívia Aquino, pesquisadora do campo das artes visuais, resolvi pesquisar a “imagem precária” e os meios de apropriação das fotos históricas de fotojornalistas, já que na maioria dos meus trabalhos ver-se o uso de outras camadas fotográficas.
Nascido no Rio de Janeiro em 1990, Maxwell Alexandre formou-se em Design pela PUC-RJ no ano de 2016 tendo participado, em 2009, do Curso de Fotografia para registros das Obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) nas favelas do Rio de Janeiro. A poética urbana do artista passa pela construção de narrativas e cenas estruturadas a partir de suas vivências cotidianas pela cidade e na Rocinha, local onde reside e trabalha. Sobre diferentes suportes como lonas de piscinas Capri, portas de madeira e esquadrias de ferro surgem personagens anônimos em situações recorrentes na favela. São pinturas em grande formato nas quais os corpos negros são apresentados de forma empoderada, mas também em momentos de confronto com a polícia, retratando uma rotina comunitária radicalmente contemporânea.
“Barbalho estudou filosofia e começou sua carreira como escritor, tendo publicado contos, poesia e um romance, e fundado a editora independente Edições Vira-Lata. Depois de viver o que ele descreve como ‘uma crise em relação aos limites da linguagem escrita’, o artista se entregou à linguagem pictórica como seu principal meio de expressão. Ao trabalhar essencialmente com desenho, Barbalho produz composições extremamente intricadas, porém não planejadas, nas quais uma multiplicidade de imagens, símbolos e campos de cor se fundem umas nas outras para criar superfícies vibrantes ininterruptas.”
por Kiki Mazzucchelli
Desenvolve sua prática artística a partir de configurações poéticas entre o fantasmagórico e o real, buscando dar conta do que denomina memórias subterrâneas e da necropolítica como plano neocolonial. Tomando essas memórias como assombrações, sua produção escultórica recente se materializa numa fusão de pedras e gravuras.

12 de jul. de 2019

36º Panorama da Arte Brasileira: convite


abertura da exposição
17 ago (sáb)
 10h
 
Convidamos você para a abertura do 36º Panorama da Arte Brasileira: Sertão. Nesta edição, a curadora Júlia Rebouças parte do conceito de sertão para apresentar uma produção artística que tem na resistência e na experimentação suas forças motrizes. São 29 artistas e coletivos de todas as regiões do Brasil.
 
Ana Lira | Ana Pi | Ana Vaz | Antonio Obá | Coletivo Fulni-ô de Cinema | Cristiano Lenhardt | Dalton Paula | Daniel Albuquerque | Desali | Gabi Bresola & Mariana Berta | Gê Viana | Gervane de Paula | Lise Lobato | Luciana Magno Mabe Bethônico | Mariana de Matos | Maxim Malhado Maxwell Alexandre | Michel Zózimo | Paul Setúbal | Rádio Yandê | Randolpho Lamonier | Raphael Escobar | Raquel Versieux | Regina Parra | Rosa Luz | Santídio Pereira | Vânia Medeiros | Vulcanica Pokaropa



5 de jul. de 2019

Gê Viana: vote na artista pro Prêmio Pipa 2019

Gê Viana. Enfarrofados. Lambe e grafite. Beco dos Catraeiros.

Gê Viana é uma das artistas visuais brasileira, maranhense, indicada ao Prêmio Pipa 2019, cuja votação online, via celular, ao prêmio está aberta até o dia 07.07.19. Vamos votar na nossa conterrânea cujo trabalho é excepcional. 

Vote em
premiopipa.com 

27 de abr. de 2019

Gê Viana: respira a cidade, a cidade transpira Gê Viana.

Paridade

Nasce em Santa Luzia no Estado do Maranhão.
Vive e trabalha em São Luís do Maranhão.
Artista Visual, Atriz e Performe.
Graduada em Artes Visuais, pela Universidade Federal do Maranhão – UFMA.

Curso Técnico em Arte Dramática pelo Centro de Artes Cênicas do Maranhão – CACEM.
Integra o Grupo Risco Coletivo.

Paridade

Sua trajetória artística é marcada pela prática de intervenções urbanas, tendo a cidade de São Luís do Maranhão como suporte de atuação e inspiração para suas obras. Seu processo de pesquisa estético e conceitual incorpora a fotografia (lambe-lambe), desenho, poesia, teatro e performance.  
Paridade


Exposições Coletivas: 
2010 – Um Olhar, novas perspectivas. Pré-Bienal da UNE.
2012 – 3º Salão de Arte São Luís. Galeria Trapiche – São Luís/MA.
2013 – Múltiplos Olhares: intervenções artísticas e urbanas. SESC/MA.

2014 – 5º Salão de Arte São Luís. Galeria Trapiche – São Luís/MA.
2017 – Volongo Festival Internacional de Fotografia – Santos/SP. 
         – Galeria Chão SLZ – São Luís/MA. 
2018 – Casa de Cultura da America Latina – Brasília/DF. 
         – Festival de Fotografia de Tiradentes – Tiradentes/MG. 
2019 - À Nordeste. SESC 24 de Maio – São Paulo/SP.

Paridade


Exposições Individuais:
2017 – Paridade. Galeria de Arte do SESC/MA. 

Enfarofado

Gê Viana, aspira a cidade, seus habitantes, sua arquitetura, sua história, sua etnia... Seu corpo performático e sua obra fotográfica retrata o homem cotidiano no seu lazer, trabalho, vida social. Com olhar apurado expõem seus retratos em nichos, tapumes, portas, muros, marquises, espaços da arquitetura local degradados  pelo abandono e pelo tempo.


Enfarofado

Prêmios:
2012 – 3º Salão de Arte São Luís. Galeria Trapiche – São Luís/MA.
2014 –  5º Salão de Arte São Luís. Galeria Trapiche – São Luís/MA.
2019 - Indicação ao Prêmio Pipa.

Paridade
Residências:
2010 – Projeto Vivências Artivismo, Corpo e Anticorpo. Teatro de Operação – Rio de Janeiro/RJ.
2015 – Alter-Cidades. Clara Domingas – Salvador/BA.
2016 – Batucada. Marcelo Evelin – Teresina/PI.
2018/19 – Bolsa Pampulha. Belo Horizonte/MG.

Enfarofado

O trabalho de Gê Viana não é banal. É pensado, digerido, parido, causando impacto aos transeuntes pelo inusitado das formas, das cores, dos objetos e dos retratados postos em cena, do suporte onde o lambe é exposto. 

Paridade

A cidade transpira Gê Viana, cujo imaginário é antropológico, sociológico, filosófico, etnológico.

Paridade

Publicações em revistas | site 
2014 – Assim fica claro: roubo, colo e pixo | Revista insight photo | https://issuu.com/revistainsightphoto/docs/revista_insight_photo__3 

2018 – Paridade | About Light | https://aboutlightblog.wordpress.com/2018/03/01/ge-viana-a-busca-pela-paridade-em-povos-indigenas/ 

2018 – Revista Revestres _ Literatura Arte Cultura Arte e Algo Mais _ edição Maria Pangula #35 – Ensaio Paridade _ Texto de Layo Bulhão 

Texto e Imagens: Renato Pereira.

31 de mar. de 2019

Gê Viana no Pipa 2019

A artista visual maranhense, Gê Viana, é uma das indicadas para a edição 2019, do Prêmio Pipa.
Imagens: Renato Pereira de lambes da artista na fachada das ruínas do prédio da fábrica Oleama na Rua da Estrela, Praia Grande, em São Luís do Maranhão.