31 de ago. de 2011

Saul Steingerg na Pinacoteca

Cultura da Infância

Cópias de mim mesmo

O Bumba meu boi é pratimônio cultural do Brasil

Sobre o bumba meu boi publiquei vários post (em imagens e textos) neste blog, assim como em pereira.renato.zip.net
Imagem: Renato Pereira

São Raimundo Nonato dos Mulundus

Hoje é o dia consagrado a São Raimundo Nonato dos Mulundus. Santo genuinamente maranhense, nascido no município de Vargem Grande. Era um vaqueiro.

A Igreja Católica nunca o reconheceu, por isso a imagem que é venerada e saí durante as procissões é do santo europeu São Raimundo Nonato, também, comemorado neste dia.

O povo maranhense tem muita devoção a São Raimundo Nonato dos Mulundus.

São Raimundo Nonato dos Mulundus rogai por nós.

Imagem: Reanto Pereira da Capela de São Raimundo Nonato dos Mulundus em Vargem Grande.

30 de ago. de 2011

A História de São Raimundo Nonato dos Mulundus

Transcrevo hoje das páginas do jornal Folha do Iguará do ano de 1997, da cidade de Vargem Grande um texto da Professora Dolores Mesquita versando sobre a história de São Raimundo Nonato dos Mulundus. O texto serviu de inspiração para o trabalho de encenação com crianças, adolescentes e adultos de escolas públicas da cidade de Vargem Grande, quando ministramos em 1977, a oficina de Iniciação Teatral pelo projeto A Grande Virada: uma experiência pedagógica proposta pela saudosa professora Ana Maria Saldanha realizadas nos municípios do Estado. O projeto realizado nos finais de semana proporcionava a comunidade escolar e civil oficinas de arte, educação, cultura, saúde, esporte e lazer.

A história de São Raimundo Nonato dos Mulundus

Profª. Dolores Mesquita

Mulundus, era uma fazenda pertencente ao município de Vargem Grande, tendo como donos umas brancas da família Faca Curta. As mesmas tinham muito dinheiro e poderes de uma escravatura da feitora de Santa Maria.

Dentre os seus vaqueiros havia uma família que tinha um filho com o nome de Raimundo Nonato, que era “fabrica” (nome que se dava aos ajudantes dos vaqueiros). Conta-nos os antigos, que todos os dias, à meia noite, Raimundo levantava-se, saía. Não demorava muito a voltar e logo retornava à sua rede. O pessoal da fazenda, curiosos com aquilo, um dia resolveram descobrir qual a origem daquele passeio incomum.

Juntaram-se, e logo que saiu Raimundo Nonato, acompanharam-no. Ficaram admirados com o que viram: encontraram Raimundo ajoelhado junto a uma pedra grande a orar. Sem serem vistos, voltaram.

Um belo dia foram vaquejar (pegar gado). Ao se reunirem na volta, deram por falta de Raimundo Nonato. Procuraram-no por toda parte da fazenda, e nada de encontrá-lo. Então eles lembraram da pedra onde ele ia rezar toda meia noite. Quando lá chegaram, encontraram-no morto, caído, com o pescoço quebrado. O chapéu de coro que trazia consigo, estava ao lado, e o corpo já estava santificado (visto que já fazia três dias de morto e não se decomposto).

Ao redor da pedra, nasceu uma carnaubeira como que cercando o local, dando umas três voltas ao redor. Com o passar dos tempos, foram tirando as palhas, pedaços do tronco, até mesmo a raiz da carnaubeira para fazer chá. As pessoas que tomavam do chá, curavam-se dos males que tinham, embora a doença fosse incurável. Supunha-se até que a carnaubeira era a mãe do santo, mandada por Deus. Fizeram então, no mesmo local, uma capelinha de palha e começaram a festejar com cânticos, orações e ladainhas o dia que ele havia morrido – 31 de agosto. A notícia começou a espalhar-se sobre o santo milagroso.

Contaram os escravos Raimundo, Secundio, Quirino, Martiniano, Macário, Zé Firino, Militão, José Cabral que o corpo santificado que havia sido levado para Roma. Mesmo assim, eles continuaram a devoção cada dia mais forte, fazendo novenas dirigidas por uma família de homens reunidos de uma escravatura da feitoria de Santa Maria que tinha por dona umas brancas da família Faca Curta.

Com a queda da monarquia a família Faca Curta vendeu as terras para o coronel Solano Rodrigues e foram embora, ficando por obediência ou amor ao santo, estes negros já citados. Estes formavam o coral das novenas cujo chefe era Macário Ferreira da Silva. Isto pelos anos de 1.858 mais ou menos.

Logo após a compra da terra da fazenda Mulundus, dona Luiza esposa do Coronel Solano Rodrigues, morava em outra fazenda, no lugar Primavera, com toda a sua família. Certo dia, um dos seus filhos, Saul, irmão de Nina Rodrigues, adoeceu gravemente. Então D. Luiza, aflita, apegou-se com o santo milagroso, que era São Raimundo. Fez a seguinte promessa: se o filho não morresse e ficasse curado, ela iria trabalhar a punho, (embora fosse muito rica) para que, com o dinheiro ganho desse trabalho, mandasse buscar uma imagem para Mulundus. Então o filho logo se restabeleceu e ficou curado graças ao milagre de São Raimundo. Logo, logo, ela tratou de cumprir a promessa. Mandou buscar a imagem em Portugal, a qual custou um conto e setecentos réis. A imagem veio através dos irmãos Islans, que eram portugueses e moravam em São Luís. Quando foi entregar a imagem esta foi carregada na cabeça para que não caísse.

Quando D. Luiza entregou a imagem na capelinha de Mulundus disse que era para ser celebrada a festa da seguinte maneira:

No dia 21 de agosto a imagem sairia de Vargem Grande, pernoitando na localidade Nova Olinda, onde ao amanhecer continuaria a romaria até chegar em Mulundus, dia 22. Permanecendo ali até o dia 31, fazendo-se, assim, um novenário em honra do Santo, encerrando a festa com uma bela procissão. No dia 1 de setembro a imagem voltaria com a mesma romaria, de ida para Mulundus, chegando em Vargem Grande no dia 2, quando então a imagem passaria o resto do tempo na Igreja de São Sebastião. Assim foi feito, até mudarem a festa para Vargem Grande, em 1953.

Com o passar dos anos, cada vez mais a festa se propagava, os milagres que os romeiros alcançavam eram de admirar. O povo queria para lá alojava-se em barraca feitas todas em palhas, e o santuário recebia uma renda fabulosa!

Resolveram, então, no lugar da capela onde foi encontrado Raimundo morto, construir uma igreja grande, onde coubesse os seus romeiros, e assim foi feito.

Lá para os anos de 1901 a 1908 era pároco da Paróquia de Vargem Grande o Pe. Custodio José da Silva Santos, que ia celebrar a festa em Mulundus. A igreja já estava iniciada e com sua ajuda, acelerou a construção da Igreja, a qual era muito bonita, com o coreto bem grande, onde as cantoras das ladinhas e orquestras ficavam a acompanhar o padre nas suas celebrações. Havia um patamar enorme, feito bem no centro de um acampado, onde ao lado ficava o rio Iguará que servia para abastecer aquele povo. É uma tristeza para quem passa naquela localidade ver a deteorização daquela bela Igreja! Apesar do abandono em que vive, o altar onde celebram as solenidades religiosas permanecem firme, sendo resistente ao sol e chuva, dizem o povo que não cai porque São Raimundo protege aquele santo lugar.

Publicado na Folha do Iguará – Ano I, Nº 1. Vargem Grande. Setembro, 1997. Página 5.

Imagem: Renato Pereira
































28 de ago. de 2011

Concurso de Fotografias

O concurso de fotografias Prix Photo Web 2011 Aliança Francesa recebe inscrições até o dia 02 de outubro pelo site http://www.prix-photoaliancafrancesa.com/
O concurso premiará três fotógrafos. Dois franceses e um brasileiro que receberam 10 mil. O vencedor do júri popular receberá uma passagem aérea Paris/RJ/Paris e Rj/Paris/RJ.
O prêmio homenageia o fotógrafo húngaro Brassaï. Assim como Brassaï os competidores devem registrar o desconhecido, revelando o cotidiano das cidades.

Imagem: Renato Pereira

Divulgado concorrentes do samba-enredo da Beija-Flor de Nilópolis

A Secretaria de Estado da Cultura divulgou os concorrentes maranhenses que participaram das eliminatórias do concurso de samba-enredo da escola Beija-Flor de Nilópolis do Rio de Janeiro.
São estes os concorrentes:
- José Fernando Rabelo Mendes
- Dico Barroso
- Pedro Rodrigues de Araújo
- Cláudio Santos Sousa
- Régis Furtado
- Ricardo do Cavaco
- Marco Lago
- Vinicius Nagem
- José Figueiredo
- Alysson Ribeiro
- Levi Carvalho
- Darlan Oliveira
- Jailson Pereira
- Pedro Costa
- Zeca Melo de Penalva
- Gilvan Mocidade
-Valmir Sales
- Josias Filho
- Gigi Moreira
- Quirino do Cavaco
- Márcio Guimarães
- Sílvio Rayol
- Mary Cristina dos Santos Gomes
- Alex Gamboa
- Chico Nô
- Professor José Luís  

A final será no dia 17 de setembro onde funcionou o Arraial da Lagoa. O tema da Beija-Flor homenageando os 400 anos de São Luís será: São Luís- O poema encantado do Maranhão.

Imagem: Renato Pereira da Mãe D'Água de Eduardo Sá. Praça Pedro II.

Hoje é Dia de Santo Agostinho

Santo Agostinho Rogai por Nós!

V Semana Maranhense de Dança: maranhensidade II

Nour com o Studio Solange Costa
Alejandro com o Centro de Movimento Soraya Lira
Grupo Underdog de Dança de Rua em Artes da Rua
Relatos com a Companhia de Teatro e Dança Resgate
Adelson Tavares e Ana Hayssa Lima em Les Sylphides. Escola Espaço Dança
Grupo de Dança de Rua Kinesfera em Sempre
Aurora com a Cia Ariana Lopes
Jorge Luis em Sentimental. Cia de Dança Street Master
Sacrifíco com Cia Primavera de Dança e Teatro
 Cia Cultural e Artistica Amantes da Paz em A Lenda do Boto
Alunos Dança Contemporânea da Pulsar Cia de Dança em Dabadá
Gilvan em Clow dance.The Angels
Os Sublimes em Recrie
Oryon Cia de Dança
Pérola do Oriente

Imagens: Renato Pereira

V Semana Maranhense de Dança: comentário

As 19 hora do dia 25 de agosto tive o prazer de apreciar as apresentações de vários grupos de dança maranhenses no Teatro João do Vale, dentro da temática que a comissão organizadora denominou de Maranhensidade I.

Os grupos e bailarinos que apresentaram coreografias na sua maioria são da nova geração que no palco demonstraram garra, técnica, criatividade e alegria as pesquisas que vem desenvolvendo no cotidiano das escolas de dança, galpãos, clubes socais, escolas públicas, casas de amigos, ruas e praças.

A emoção dos bailarinos em esta no palco, me fez voltar à década de 1980, quando surgiu a Associação Maranhense de Dança/AMDA proporcionado cursos, oficinas, palestras e mostras de dança alargando assim o conhecimento sobre outras modalidades de se pensar e fazer dança, já que imperava na ilha o Ballet Clássico realizado, até então, pela Academia Maranhense de Ballet do Professor Reynaldo Faray e a Escola de Ballet do Clube das Mães.

As Mostras Maranhenses de Dança promovidas pela AMDA em parceria com a Secretaria de Cultura era o espaço que a nova geração tinha para mostrar seus anseios com o ato de dançar e coreografar, o que foi muito salutar. Todos nós eramos jovens na idade e na experiência, Lenimara Mota, Guilherme Teles, Joacy Santos, Joacy Bresler, Adão, Miriam, Renato Pereira, Hélio Martins, entre tantos outros, vindos do fazer teatral ou de experiências com dança em grupos de escola, mostrando as mesmas expectativas e prazer que os jovens desta geração de bailarinos e coreógrafos.

Os grupos e solitas que apreciei durante a noite na sua maioria demonstraram evolução técnica, presença de palco e carísma com o público.

As companhias de dança de Solange Costa e Soraya Lira constitui sempre uma grata surpresa em assistir. As bailarinas das duas companhias tem um perfeito domínio da técnica e um enorme prazer em dançar.

Já, os grupos de Dança de Rua me surpreenderam, principalmente os mais novos (pra mim já que não os conhecia e ainda não tinha ouvido falar) como o Resistência de Rua, Facção Black e Oryon Cia de Dança, que apresentaram coreografias com temáticas, movimentos e os quadros coreográficos bem criativos. Mas, continuam deixando de explorar cenas em conjunto ou em duplas que dariam uma maior qualidade a temática em desenvolvimento. As mulheres quando em elenco dos grupos continuam em segundo plano, mero enfeite.

A Cia de Dança Street Master não surpreendeu, poderia ter feito um trabalho mais elaborado para a Semana.

Porém, fiquei muito feliz, satisfeito e realizado com o crescimento pessoal de Johnny Jardim e Junior Style em se permitirem experimentar dançar só. Junior Style fez uma apresentação com técnica e emoção, demostrando que pode dar vôos mais altos.
Johnny Jardim tem uma boa performance, desenho coreográfico e criatividade, porém , precisa se libertar da cenografia, elemento desnecessário na concepção aprensentada, sua presença cênica por si só define a sua tese.

E porque não, Arisson Robert? Sim, por que cada vez mais vem consolidando e aprimorando sua concepção de dança. Provavelmente, o que inspirou Junior Style e Johnny Jardim a partir para experiência solo.

Que bom poder apreciar Idelfonso Loyola dançando solto e sem as amarras da dança em dupla da Dança de Salão, que sempre o poda, talvez pela preocupação com a apresentação técnica em alto nível para o público. Idelfonso e Denis Adam, eram corpos em pura evolução no ar.

Claudene Rocha e Carlos Salseiro na Salsa, poderiam empolgar mais. Porém  a emoção e o nervossísmo de ambos, atrapalhou o lado picante e sensual que a dança exige.

A Companhia de Teatro e Dança Resgate com uma garotada nova mostrou garra e Joel Farias um talento a despontar na cena maranhense.

O Ballet Olinda Saul apresentou a coreografia Chama de Paris de Vasily Vainonen com Hiago Castro e Ana Carolina Barbosa, ambos da Jovem Companhia Olinda Saul. Hiago Castro explodiu meu coração de alegria, ao demonstra desenvolvimento técnico, como a muito não via em jovens bailarinos maranhenses nessas duas últimas décadas. Esbanjou carisma, desenvoltura, terminando as séries sempre com elegância e firmeza de gestos. Estava muito emocionado em cena, tornando-se o palco pequeno para seus grand jetés.
Ana Carolina Barbosa é outra boa surpresa, mais ficou apagada diante do brilho de Hiago. Nota-se as possibilidades técnicas e criativas que pode apresentar  em cena, mas assim como Claudene Rocha e Denis Adam, também, demonstrou está muito nervosa e emocionada em está no palco, diante de uma platéia lotada principalmente de jovens da sua idade. Uma grande responsabilidade.

Ao final das apresentações da noite cheguei a conclusão de que a serpente encantada não vai nos engolir. Ainda temos muitos valores surguindo pensando e fazendo dança erudita e popular com qualidade e propostas revigorantes. A Semana e seus organizadores, portanto, estão de parabéns em possibilitar que a população possa ver, apreciar, aplaudir e incentivar os produtores de dança do estado que estão criando como os banzeiros do boqueirão.

Imagem: Espaço Dança Myriam Marques em Arte em Movimento - Opus 25. Divulgação. 

























27 de ago. de 2011

V Semana Maranhense de Dança: programação de domingo


TEATRO JOÃO DO VALE – 18:00
“Maranhensidade II”: Apresentação de grupos maranhenses

Studio Solange Costa
Direção: Solange Costa
Coreografia: Nour
Coreografo: Solange Costa
Os Sublimes
Direção: Rilton
Coreografia: Recrie
Coreógrafo: Rilton

Centro de Movimento Soraya Lira
Direção: Soraya Lira
Coreografia: Alejandro
Coreógrafa: Soraya Lira

Grupo Underdog de Dança de Rua
Direção: Hugo Napoleão
Coreografia: Arte das Ruas
Coreógrafo: Hugo Napoleão

Companhia de Teatro e Dança Resgate
Direção: Silvana Nelly
Coreografia: Relatos
Coreógrafa: Joseph Santos

Escola Espaço Dança
Direção: Myriam Marques
Coreografia: Les Sylphides
Coreógrafo: Fokine
Bailarinos: Ana Hayssa Lima e Adelson Tavares

Grupo de Dança de Rua Kinesfera
Direção: Arisson Robert
Coreografia: Sempre
Coreógrafo: Arisson Robert

Ballet Olinda Saul
Direção: Olinda Saul
Coreografia: Por 10
Coreografo: Cléo Junior

Cia Ariana Lopes
Coreografia: Aurora
Coreógrafo: Ariana Lopes

Cia de Dança Street Master
Direção: Rubinho
Coreografia: Sentimental
Coreógrafo e Bailarino: Jorge Luís

Everybody Dance
Direção: Claudene Rocha
Coreografia: Libertango
Coreógrafo: Claudene Rocha
Bailarinos: Claudene Rocha e Alisson Sousa

Cia Primavera de Dança e Teatro
Direção: Ubiracy Santos
Coreografia: Sacrifício
Coreógrafo: Ubiracy Santos e Iraceli Santos

Cia Cultural e Artistica Amantes da Paz
Direção: Valdean Rodrigues
Coreografia: A lenda do Boto
Coreógrafo: Valdean Rodrigues

Antunes Neto
Direção: Antunes Neto
Coreografia: Vestido
Coreógrafo: Antunes Neto
Bailarino: Antunes Neto

Alunos Dança Contemporânea da Pulsar Cia de Dança
Direção: Fernando Saraiva
Coreografia: Dabadá
Coreógrafo: Fernando Saraiva

The Angels
Direção: Neném
Coreografia: Clow dance
Coreógrafo: Gilvan
Bailarinos: Gilvan

Cia de Dança Eletromix
Coreografia: The – roobts
Coreógrafos: Ramilton Silva e Ana Hérica Silva

TEATRO ARTHUR AZEVEDO – 20:30

NOITE DE GALA II

Bruna Gaglianone e Erick Swolker
Direção: Direção Pavel Kazarian.
Coreografia: Dom Quixote.
Coreógrafo: Marius Petipa.

Cintia Rodrigues, Sabrina Dias e Tatiane Soares
Experimento Coreográfico: "Entre Afetos"

Najwa Zaidan
Direção: Najwa Zaidan
Coreografia: Al-Houriyah (Jalilas)

Ballet Olinda Saul
Direção: Olinda Saul.
Coreografia: Festival das Flores.
Coreógrafo: Bournonville.

The Angels
Coreografia: No Stress
Coreógrafo: Nenem, Jr. Style e Gilvan

Cia Ariana Lopes
Direção: Ariana Lopes
Coreografia: Divas

Larissa Carvalho e Mano Braga
Coreografia: Mambo King
Coreógrafo: Larissa Carvalho e Idelfonso Loyola
Fernando Saraiva, Carlos Maciel e Tássia Almeida
Direção – Fernando Saraiva
Coreografia – Ósculo

Jéssica Braga
Coreografia: Just the way you are.
Coreógrafo: Jéssica Braga

Studio Solange Costa
Direção: Solange Costa
Coreografia: Duo Derback
Ballet Olinda Saul
Direção: Olinda Saul
Coreografia: La Fille Mal Gardeé
Coreógrafo: Frederick Ashton

Sacerdotal Cia de Dança
Coreografia: Trechos do Espetáculo “6 Canções de Amor”
Coreógrafo: Adelson Tavares e Cléo Junior

Santiago Gil e Analay Saiz
Direção: Santiago Gil
Coreografia: Lagos dos Cisnes – II Ato
Coreógrafo: Petipa

Cia de Teatro e Dança Resgate
Direção: Silvana Nelly
Coreografia: Arbítrio
Coreógrafo: Camila Amaral

Studio Solange Costa
Coreografia: Shams
Coreógrafa: Solange Costa

Paula Soares e Felipe Borges
Direção: Paula Soares e Felipe Borges
Coreografia: Samba Tradição
Coreógrafo: Paula Soares e Felipe Borges
Bruna Gaglianone e Erick Swolker
Direção: Pavel Kazarian
Coreografia: Águas Primaveris
Coreógrafo: Assaf Messerer
Bailarinos: Bruna Gaglianone e Erick Swolker.

Imagem: Erick Swolker. Divulgação.



V Semana Maranhense de Dança: programação de sábado

TEATRO ARTHUR AZEVEDO –  NOITE DE GALA I – 20:30
Mano Braga
Direção: Mano Braga
Coreografia: Hachi

Ballet Olinda Saul
Direção: Olinda Saul
Coreografia: Harlequinade

Centro de Movimento Soraya Lira
Direção: Soraya Lira
Coreografia: Trapezistas

Escola de Dança Corpo e Alma
Direção: Idelfonso Loyola.
Coreografia: Salsa.

Studio Solange Costa
Direção: Solange Costa.
Coreografia: Nour el Shams.

Ballet Olinda Saul
Direção: Olinda Saul
Coreografia: Otros Aires
Coreógrafo: Anderson Dutra

Cia Street Master
Direção – Rubinho
Coreografia – “Nois Daki”

Analay Saiz e Santiago Gil
Direção: Santiago Gil
Coreografia: Grand Pas Classic
Coreógrafo: Victor Gsousky

Pulsar Cia de Dança
Coreografia: Trechos do Espetáculo “Expiação”
Coreógrafo: Fran Mello

Felipe Borges e Paula Moraes
Coreografia: Contexto dança, Contexto Samba.
Coreógrafo: Felipe Borges e Paula Moraes

Jéssica Braga
Direção: Jéssica Braga
Coreografia: Greet Gril

Najwa Zaidan
Direção: Najwa Zaidan
Coreografia: Daret el ayoun (Classica oriental)

Cia de Teatro e Dança Resgate
Direção: Silvana Nelly
Coreografia: Dualidade

Samara Albuquerque e Josué Moura
Direção: Josué Moura e Samara Albuquerque
Coreografia: American Swing

Bruna Gaglianone e Erick Swolker
Direção: Direção Pavel Kazarian
Coreografia: Grand Pas de Corsário
Coreógrafo: Marius Petipa

Imagem: Erick Swolklin e Bruna Gaglianone. Divulgação.

26 de ago. de 2011

V Semana Maranhense de Dança: programação sexta-feira

CENTRO DE CULTURA POPULAR DOMINGOS VIEIRA FILHO – 10:00h
“Lei de Incentivo a Cultura” (Deputado Joaquim Haickel, Secretário de Cultura do Estado Luís Bulcão, Presidente da Fundação Municipal de Cultura, Euclides Moreira

SESC DEODORO – 12:00
Apresentação de Grupos Maranhenses

PRAÇA JOÃO LISBOA – 16:30
Dança na Praça
Dança Contemporânea

Ponto de Fuga
Alunos do Projeto “Por Trás da Cena” - SESC
Direção – Leônidas Portela

PORN...NO!
Ficha técnica:
Interprete - criador: Adelson Tavares

TEATRO ARTHUR AZEVEDO – 20:30
Pulsar Cia de Dança - MA
“Expiação”

FESTA DE SALÃO – 22:00
La Madre Casa de Shows

Imagem: Cia Pulsar em Badulaques. Divulgação


25 de ago. de 2011

São Luís Rei de França

Hoje é o Dia do Padroeiro da Cidade de São Luís.
Que São Luís Rei de França derrame sobre nossa cidade suas bençãos.

Imagem: Renato Pereira da imagem do acervo da Igreja do Carmo.

Dia do Exército

Nossa homenagem a esses bravos guerreiros que defendem a Nação e, também, exercem funções sociais e de cidadania. 

Imagem: Lauro Vasconcelos

Hoje Dia do Soldado

Imagem: Lauro Vasconcelos

24 de ago. de 2011

V Semana Maranhense de Dança: programação da quinta-feira

CENTRO DE CULTURA POPULAR DOMINGOS VIEIRA FILHO – 10:00
“Panorama da Dança no Maranhão”.  com representantes do SATED, CBDD e Rede de Dança

SESC DEODORO – 12:00
Apresentação de Grupos Maranhenses

PRAÇA NAURO MACHADO – 16:30

Dança na Praça com Grupos de Street Dance

Grupo Street Master, The Angels, Facção Black, Resistencia de rua, Academia Tabernáculo do Rei, Grupo de Dança de Rua Kinesfera, Os Sublime, Grupo Underdog de Dança de Rua, Cia de Dança Sheknah , Grupo Sacerdote e Cia de Dança Eletromix.

TEATRO JOÃO DO VALE – 19:00

MARANHENSIDADE I

Studio Solange Costa
Direção: Solange Costa
Coreografia: Zairas
Coreógrafa: Solange Costa

Resistência de Rua
Direção: Rafael Sampaio
Coreografia: Movimentação
Coreógrafo: Rafael Sampaio

Centro de Movimento Soraya Lira
Direção: Soraya Lira
Coreografia: I Need You Now
Coreógrafa: Soraya Lira

Academia Tabernáculo do Rei
Coreografia : Reflexão
Coreógrafo : Neném
Bailarino: Johnny Jardim

Companhia de Teatro e Dança Resgate
Direção : Silvana Nelly
Coreografia : Surtos
Coreógrafa : Kamilla Amaral

Escola de Dança Corpo e Alma
Direção: Idelfonso Loyola
Coreografia: Água
Coreógrafos: Alexei Ramos – BA
Bailarinos: Idelfonso Loyola e Denis Adam

Grupo de Dança de Rua Kinesfera
Direção: Arisson Robert
Coreografia: E porque não?
Coreógrafo: Arisson Robert

Ballet Olinda Saul
Direção: Olinda Saul
Coreografia: Chama de Paris
Coreógrafo:Vasily Vainonen

Cia Ariana Lopes
Direção: Ariana Lopes
Coreografia: Nova manhã
Coreógrafo: Ariana Lopes

Cia de Dança Street Master
Direção: Rubinho
Coreografia: Check it out
Coreógrafo: Rubinho

Everybody Dance
Direção: Claudene Rocha
Coreografia: Salsa
Coreógrafo: Claudene Rocha
Bailarinos: Claudene Rocha e Carlos Salseiro

Facção Black
Coreografia: Hora de Dançar
Coreógrafo: Luis Wérico (Lhelheco), Jady Style e Dedeco

Joel Farias
Direção: Joel Farias
Coreografia: Caco
Coreógrafo: Kamilla Amaral
Bailarinos: Joel Farias

Studio Solange Costa
Direção: Solange Costa
Coreografia: Deusas Moiras
Coreografo: Solange Costa
Oryon Cia de Dança
Coreografia: Jogo de dentro, jogo de fora
Coreógrafo: Eleomar Lincoln

The Angels
Direção: Neném
Coreografia: Palavras não ditas
Coreógrafo: Junior Style
Bailarinos: Junior Style

TEATRO ARTHUR AZEVEDO – 20:30

Núcleo Atmosfera – NUA (MA)
Safira

Imagem: Renato Pereira de Safira com o Núcleo Atmosfera de Dança, versão 2010. Cacem.

Lápides Sepulcrais

Os desenhos lavrados na superfície de pedras das lápides são estilizados com alegorias cristãs e símbolos escatológicos, em mármore róseo português ou em pedra de lioz, provenientes de Portugal. Os trabalhos eram realizados pelos canteiros, artesãos especializados na arte de cortar e lavrar a pedra.


Epitáfio dizeres sobre a história da vida da pessoa, sua condição social e dados biográficos, ornados com emblemas e flores, folhas de acanto, conchas, festões, volutas, em alto-relevo.
Signos escatológicos, macabros e mórbidos da caveira, tíbias cruzadas, orubouros, ampulhetas aladas, foices, serpente-alquímica engolindo o rabo, fachos e tochas acesas, voltadas para baixo, conforme costume da época em estilo barroco.

No império escravista predominam as representações da morte escatológica, dos globos alados, machados, morcegos, corujas e plantas narcóticas, decoradas com cortinas, volutas e festões rococó.

Fonte:
Borges, Maria Elizia. Os Riscadores de Pedra: produtores de uma alegoria funerária cristã.
Bogéa, Kátia Santos, Brito, Stella Regina Soares de, Ribeiro, Emanuela Sousa. Inventário Nacional de Bens Móveis e Integrados do Estado do Maranhão (1997-1999).
http://www.artefuneraria.com.br/

Imagens: Renato Pereira da sala mortuária da capela de Santa Teresa.

Igreja Nossa Senhora do Carmo

Vista sob os traços e percepção de James, ex-aluno do curso de Desenho que ministrei no ano de 1994, no Centro de Criatividade Odylo Costa , filho.  

Dia da Infância

Em homengem ao Dia da Infância, comemorado no dia de hoje, um desenho de um sobrinho meu quando tinha quatro anos de idade. Orcenil Neto sem saber ainda escrever e ler, expressava-se realizando desenhos e criando histórias a partir da imagem que estava a sua frente quando folheava livros de história infantil ou quando em passeio pelas ruas da cidade. O desenho se intitula robô.

Carlito Carvalhosa

Dia dos Artistas

Hoje comemora-se o Dia dos Artistas.
Como homenagem um obra de Fabrizio Baroni em técnica mista realizada em 1994, denominada Mona Lisa visita São Luís. 

O Moderno e o Contemporâneo a partir do acervo do MAC USP

Portão da Quinta do Barão

Dia da Injustica

Ontem foi comemorado o Dia da Injustica. Como homenagem ao dia post uma imagem da obra sem título de Domingos Silva. Ex- aluno de Miguel Veiga na Escola Técnica Federal do Maranhão, hoje IFMA.
Domingos tem uma série de trabalhos que fazem referência a falta de liberdade de expressão que tinha o cidadão brasileiro na década de 1980. Migrou para o sul do país, vindo a trabalhar com estamparia para a indústria textil, onde faleceu na década de 1990.
 

Solar dos Belford

Localizado na Praça João Lisboa esquina com o Beco do Quebra-Costa, atual João Vital de Matos. No solar funcionou o jornal A Pacotilha. Atualmente apenas o térreo está ocupado por lojas comerciais.

Palácio de Porcelana

O Edifício São Luís, popularmente chamado de Palácio de Porcelana, está localizado na Rua de Nazeré, 337, esquina com a Rua do Egito. Abriga a sede da Caixa Econômica Federal do Maranhão.

Igreja Nossa Senhora do Monte Carmelo

 As edificações religiosas no estado do Maranhão, ao longo dos anos, sofreram sucessivas modificações nas suas estruturas arquitetônicas com reformas de adaptação ao modelo arquitetônico da época.
 A Igreja de Nossa Senhora do Monte Carmelo, popularmente conhecida como Igreja do Carmo, não foge a regra, numa grande reforma no ano de 1866, tem sua fachada revestida em azulejos. Em 1931, o adro é reduzido e a escadaria fronteiriça é substituída pela das laterais.

Retábulo construído entre os anos 1906 e 1910 em mármore de cores diferentes e cúpula em estilo renascentista italiano (século XIV e início do século XV) numa firma em Gênova na Itália sob a orientação do engenheiro maranhense Viveiros de Castro.
Nincho da Paixão
Santa Teresinha
Santo Antonio
A Igreja no início do século XIX realizava a mais importante festa religiosa da cidade a Festa de Santa Filomena.
Santa Teresa D'Avila, Sagrado Coração de Jesus e Santa Luzia (nicho principal)
 São Judas Tadeu, São Francisco de Assis e São Luís Rei de França 
São Bernardo, São José e São Benedito