Imagem: Divulgação.
Ontem, fui assistir ao Porcesso das Formigas de Tácito Borralho, montado pelo Grupo Casemiro Coco.
Está lá toda a estética tácitiana, luz, som, cenografia, figurino, adereços, texto, marcação de cena.
É um espetáculo poético e leve.
Porém, torna-se desnecessária a preocupação do elenco em querer tornar o espetáculo cômico, a história, por si só, já é grotesca.
O som, a luz, as máscaras e o figurino são bonitos e apropriados para a encenação.
Com mais tempo de apresentação o trabalho dos atores poderá melhorar e crescer.
Sem sentido a composição de personagem do ator que mostrava a bunda em cena, não tem função nenhuma e não acrescenta nada ao trabalho. O Frade, diretor do convento, necessita de maior presença física em cena.
A apresentação foi prejudicada pela interferência do samba que vinha da rua e invadia o teatro desconcentrando os atores e a platéia.
O espetáculo precisa ser visto e apreciado. Fica só até hoje no Teatro João do Vale, às 20h30.
Parabéns Tácito pela sua volta à direção cênica, estava com saudades.

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