Com os alunos estudamos a história da Máscara em várias partes do continente, sua importância para cada povo e modos de fabricação. Do Maranhão falamos sobre o fofão e sobre o cazumbá e suas máscaras. Apreciamos máscaras da Ilha de Páscoa, venezianas, de Bali, da Comédia de Arte, africanas, entre muitas outras formas de expressão.
Após o estudo histórico e a apreciação das variadas formas de máscaras, foi solicitado que cada aluno cria-se sua máscara tendo como inspiração as máscaras de fofão e cazumbá, cujo objetivo seria a de preservar e divulgar essa expressão artística realizada pelo homem maranhense.
Ao idealizar seu modelo, o aluno descreveria como a mesma seria concretizada no tri ou bidimensional (suporte, adornos, cor e forma). Foram criadas centenas de máscaras com formas de pessoas, animais, fantasmagóricas, abstratas. Inspiradas em desenhos animados, personagens de histórias em quadrinhos, em bandas de rock, em mangás, máscaras de Veneza, cópias de livros e inspirações livres.
Os meninos, a maioria, optaram por máscaras de terror, personagens de mangá (muito na moda na época), rock, entre outros como podemos ver aqui. Enquanto as meninas optaram, pelas máscaras de Veneza, animais e abstratas como revemos no próximo post.
A maioria dos meninos optaram por não usar cor nos seus desenhos, enquanto as meninas capricharam no colorido e no acréscimo de brilhos e matérias diversos para dar forma às suas criações. Cada trabalho era analisado em conjunto com o aluno, o que lhe inspirou, material a ser utilizado na sua confecção, etc. A proposta final seria a confecção de cada croqui e posterior exposição do material (desenho e máscara). Infelizmente por motivo alheios a nossa vontade não pudemos chegar até a confecção das mesmas.
Porém o resultado alcançado com os alunos foi gratificante, não só para nós como professor mas para os alunos que puderam se auto-avaliar quanto a suas habilidades e competências.Aqui uma dezena do acervo de centenas de máscaras carnavalescas idealizados pelos alunos do CINTRA.
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