

Assisti neste final de semana a dois espetáculos de balé que me encantaram.
O primeiro a Filha do Faraó da Adágio Escola de Dança, o segundo “O Mágico de Oz” da Cia. De Dança Soraya Lira.
A Filha do Faraó, ballet em 3 atos de Marius Petipa, adaptado pelas diretoras (Ana Cristina Dourado e Luzia Inês Aureliano) e professores da escola, apresentou figurino de paleta de cores variadas que enriqueceu o espetáculo, cenários e adereços bem apropriados que contribuíram para o desenvolvimento dos bailarinos em cena. Luís Rubem Gonzalez (bailarino convidado) voava em cena, de uma maestria que engrandece as cenas em que dança. Luzia Inês Aureliano, esteve no seu melhor momento. Mano Braga, foi um show a parte, explorando o seu domínio corporal na dança moderna, assim como Solange Costa interpretando a serpente. O espetáculo foi feliz em valorizar Monique Machado e a muito tempo vinha sendo colocado em 3º plano nas produções da escola.Fiquei feliz ao rever em cena grandes amigos da dança, Morgana Carvalho, Ana Durte e Solange Costa, que sempre me magnetizam quando estão nos seus movimentos corporais.
O primeiro a Filha do Faraó da Adágio Escola de Dança, o segundo “O Mágico de Oz” da Cia. De Dança Soraya Lira.
A Filha do Faraó, ballet em 3 atos de Marius Petipa, adaptado pelas diretoras (Ana Cristina Dourado e Luzia Inês Aureliano) e professores da escola, apresentou figurino de paleta de cores variadas que enriqueceu o espetáculo, cenários e adereços bem apropriados que contribuíram para o desenvolvimento dos bailarinos em cena. Luís Rubem Gonzalez (bailarino convidado) voava em cena, de uma maestria que engrandece as cenas em que dança. Luzia Inês Aureliano, esteve no seu melhor momento. Mano Braga, foi um show a parte, explorando o seu domínio corporal na dança moderna, assim como Solange Costa interpretando a serpente. O espetáculo foi feliz em valorizar Monique Machado e a muito tempo vinha sendo colocado em 3º plano nas produções da escola.Fiquei feliz ao rever em cena grandes amigos da dança, Morgana Carvalho, Ana Durte e Solange Costa, que sempre me magnetizam quando estão nos seus movimentos corporais.
A Cia. De Dança Soraya Lira, fez uma adaptação de “O Mágico de Oz”, transportando-o para o sertão brasileiro, onde Doroty cultiva um sonho de um dia poder se aventurar em busca da felicidade. Um poema belíssimo de amor a vida e a felicidade.
Soraya Lira a muito tempo vem buscando inspiração nas danças maranhenses, nordestinas e de outros rincões do país para traduzir suas inquietações na dança local. A mesma tem sido feliz na sua transposição dos movimentos e gestos da dança popular para a dança clássica e moderna-contemporânea. Suas criações coreográficas apontam caminhos de como traduzir os movimentos das danças populares para o palco, sem ficar no mero populacho.
A escolha do tema para este ano foi celebrar essa busca e afirmar seu nome na constelação de coreógrafos-baliarinos no céu maranhense.Parabéns Soraya Lira.
Soraya Lira a muito tempo vem buscando inspiração nas danças maranhenses, nordestinas e de outros rincões do país para traduzir suas inquietações na dança local. A mesma tem sido feliz na sua transposição dos movimentos e gestos da dança popular para a dança clássica e moderna-contemporânea. Suas criações coreográficas apontam caminhos de como traduzir os movimentos das danças populares para o palco, sem ficar no mero populacho.
A escolha do tema para este ano foi celebrar essa busca e afirmar seu nome na constelação de coreógrafos-baliarinos no céu maranhense.Parabéns Soraya Lira.
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